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Rubrica - A voz jovem na Fisioterapia 
De que forma a classe estudantil de Fisioterapia pode contribuir para a melhoria e desenvolvimento da profissão?

               No passado mês de Junho, esta foi a questão que o MJF colocou na rúbrica “A Voz do Jovem na Fisioterapia”.

               A resposta que maior impacto provocou foi a de que o estudante se deve ir integrando na classe, percebendo o que se passa, quais são as suas lutas e as dificuldades desta. Deve descobrir ainda como procurar conhecimento e perceber que existe uma necessidade urgente de se criar evidência e que a prática se deve basear nesta.

               Para além desta resposta, que resumiu grande parte do que foi debatido, foi ainda referido que se deve informar e alertar a população que Fisioterapia é feita somente por fisioterapeutas. Outro aspecto focado foi a questão de se dever dar feedback útil, sempre com uma visão construtiva e de melhoria, junto dos órgãos indicados, quanto ao que se passa durante a nossa formação, como por exemplo lacunas que existam. Tal interveniente sugere ainda que este ponto poderia ser resolvido se a comunicação inter-escolas fosse aprimorada e/ou se se consultassem pessoas especializadas na área e provenientes de diferentes realidades.

               Por fim voltou-se a salientar que sozinhos nada fazemos, que nos devemos unir e recordar-nos de que a mudança começa em nós próprios. Segundo o referido, se achamos que algo deve ser diferente devemos primeiro começar a fazê-lo diferente e só depois esperar que outros também o façam. No fundo a mensagem que quiseram passar foi a de que cada um deve ser o ponto inicial da mudança que acha que deve ocorrer.





O MJF lembra que as opiniões abaixo não refletema opinião do grupo MJF mas sim um resumo das opiniões dadas pelos intervenientes da discussão, aberta ao maior número de estudantes de fisioterapia e jovens fisioterapeutas possível.​